Personal Histories Project – Peaks and Harbours

Português

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Recently I had the immense pleasure of contributing to a super special project over at Peaks and Harbours. The project is by Carina from P&H and it highlights the stories of women from multicultural backgrounds: immigrants, children of immigrants, bi-racial families, etc. As someone who feels lost and found among three different cultures, this series speaks to me strongly. I love celebrating individuals with a deep sense of culture and roots. But what about those of us who feel displaced? I limbo? 

I think it’s so easy to feel like you don’t belong to any culture. I imagine and hope that sharing stories of people carving their own identity from a mix of whatever life has given can be powerful to encourage dialogue about displacement and to come to the conclusion that it’s ok to feel this way. It’s okay to piece yourself together. It’s okay to forge new paths and leave behind what doesn’t edify.

I happened to contact Carina at the start of the series and ended up as the first interview posted (keener, much! :’D) It was so much fun to participate. There has been another personal history posted since then, and lots more amazing ones are to come! I highly encourage you to check it out:

Introduction to the Personal Histories Project

Personal Histories – Larissa Gessner

Personal Histories – Amanda Wood

And then to get in touch with Carina and contribute your story! Lend your voice, join the conversation, create a community.

From the introduction to the series:

“Power is the ability to tell a story about another person, and make that the definitive story about that person. In her talk, Chimamanda notes that, ‘the single story creates stereotypes, and the problem with stereotypes is not that they are untrue, but that they are incomplete. They make the one story become the only story.’ We need to expand the scope of the stories we consume about people’s cultural experiences.

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Português

Recentemente tive a oportunidade de colaborar com um projeto super legal. O projeto foi iniciado pela Carina do site Peaks and Harbours e destaca as histórias de mulheres de origens multiculturais: imigrantes, filhas de imigrantes, famílias bi-raciais etc. Como alguém que se perde e se encontra entre três culturas diferentes, esta série se tornou especial para mim. Acho importante celebrar com aqueles que sentem profundo senso de cultura e raízes. Mas e os que se sentem deslocados? Em um limbo?

Você já pensou sobre isso? Neste projeto as mulheres compartilham suas histórias sobre as dificuldades de não se encaixar em nenhuma cultura (como por exemplo, sou Brasileira mas só morei no Brasil nos meus primeiro cinco anos de idade. Meu conceito do Brasil é diferente do conceito do Brasileiro que morou no Brasil a vida toda. Até que ponto sou Brasileira? Até que ponto posso opinar sobre a situação do país vendo que nunca morei nele quando adolescente ou adulta?) como também falamos sobre as coisas boas que ganhamos quando fazemos parte de mais de uma cultura.

Eu imagino e espero que compartilhar histórias de pessoas que esculpiram sua própria identidade a partir de uma mistura de culturas que a vida tenha dado, podem ser uma ferramenta poderosa para encorajar o diálogo sobre deslocamento e chegar à conclusão de que podemos nos sentir dessa maneira. Não tem problema re-contruir. Não tem problema criar novos caminhos e deixar para trás o que não edifica.

Entrei em contato com a Carina no início da série e acabei sendo a primeira entrevista postada. Foi muito divertido participar. Houve mais uma história pessoal postada desde então, e muitas outras incríveis estão por vir! Eu incentivo vocês a darem uma olhada:

Introdução ao Projeto Histórias Pessoais

Histórias pessoais – Larissa Gessner

Histórias pessoais – Amanda Wood

E também queria incentivar você para entrar em contato com a Carina e contribuir com sua história! Você faz parte de uma família de imigrantes? Empreste sua voz, participe da conversa, crie uma comunidade.

Parágrafo tirado da introdução à série:

“O poder é a capacidade de contar uma história sobre outra pessoa, e fazer essa história definitiva sobre essa pessoa. Na sua conversa, Chimamanda observa que ‘uma única história cria estereótipos, e o problema com os estereótipos não é que eles são falsos, mas que eles estão incompletos. Eles tornam uma história se tornar a única história.’ Precisamos expandir o alcance das histórias que consumimos sobre as experiências culturais das pessoas.”

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