#thegirltravels – Ilhabela, part I.

Portugues

This July we completed two years of marriage. At times it seems so natural like it’s been a lifetime. At others, it’s really hard to believe our wedding wasn’t just last month.

To celebrate, we planned a little getaway within our vacation to Brazil. We were supposed to drive an, admittedly long, four hours to an island on the coast. We caught a bit of traffic crossing São Paulo, but that was expected. The rest was beautiful scenery up and down the sierra surrounded by its lush greens. We stopped at a beach town to raid their grocery store for some last minute supplies and dinner. Off we went making good time.

 

Roadside lunch.
Passionfruit and lime mousse for dessert.

 

Forests on the sierra
Dinner

 

Until…it was time to board the ferry. The line of cars meandered and stopped. We craned our necks, thanked the street vendors who were selling everything except a faster way to arrive, got out of the car, walked around, hoping the dock was just around the next bend. After two hours, we finally made it onto the ferry. We watched the sunset behind the mainland, and by the time we arrived on the island half-an-hour or so later, it was nighttime.

We passed by our hotel blindly following our GPS. We drove up dark roads, “Is it here?” “No, let’s get out of here!” On one side of the road, there were gates, which completely confused me. “That’s the ocean down there! Where do these gates lead to?” So we looked at the opposite side. And completely missed the hotel.

It reminded me of our honeymoon. I had no idea where we were going (Vini planned the entire trip, and I only found out as we went along), and as we passed sketchy roads and rundown hotels I kept saying to myself “Please, God, don’t let it be this dingy place in the middle of nowhere” and preparing myself to make the best of it even if it were.

But like our honeymoon, when we finally made it to the right place, it was my favorite place around. We stayed at Barra do Piuva. The hotel is built down the slope and ends at the beach. A valet desk is the only space at road level. Stairs lead down to the reception, rooms, amenities, and then down towards the dock. We arrived at our room and heard the waves crashing, saw the moon filtering through the palm trees and sparkling on the water. Finally. We’d made it.

The next morning we realized the whole trip had been worth it. We had a beautiful view of the ocean, the sun glistening on the waves, the ferries in the distance, beaches stretching around the island. We were ready to explore. But first, breakfast.

When you stay at a hotel in Brazil, do know that breakfast is something you will want to take seriously. It’s normally a buffet style spread with tables laden with food and drinks. Savory tarts, cakes, eggs, a variety of bread, rolls, spreads, cheeses, yogurt, fresh fruits, teas, coffees, juices.

 

We really enjoyed our hotel. There was plenty to do, and it wasn’t too busy during the week despite it being July. We divided our time between really taking advantage of the pool, hot tub, sauna, beach, etc., and going to other beaches and exploring the island. Barra do Piuva has complimentary kayaks available for guests, so we took one out to go around Ilha das Cabras. It’s a private island, so we only went around it and made up stories about who owns it. The water was clear, and we had a sea turtle friend come up to the surface to say hello.

Yes, there’s a tree that grows up and through the restaurant patio above.

 

Our sand castle still standing the next morning
The hotel from the dock

 

 

I can’t take him anywhere. 😄

Dessert, anyone?

 

So, we’ve covered the hotel. Let’s talk about the island next…

Portugues _______________________________________________________________

Em julho deste ano completamos dois anos de casados. Às vezes parece tão natural que tenho certeza que faz uma vida toda. Como tem hora que é difícil acreditar que nosso casamento não foi apenas no mês passado.

Para comemorar, planejamos um passeio dentro de nossas férias para o Brasil. O plano era dirigir quatro horas para chegar em Ilhabela, o que, convenhamos, já era uma viagem semi-longa. Nós pegamos um pouco de tráfego intenso atravessando São Paulo, mas era de se esperar. O resto foi uma viagem muito tranquila subindo e descendo a serra cercada por seus verdes exuberantes. Paramos em uma cidade antes de atravessar na balsa para comprar algumas comidinhas. Continuamos a viagem com planos de chegar cedo no hotel.

 

Lanchinho

 

Serra

 

Janta de gente grande
Até que chegou a hora de embarcar na balsa. Chegamos na fila e paramos. Esticavamos o pescoço pra tentar ver, agradeciamos os vendedores ambulantes que estavam vendendo de tudo menos uma maneira mais ràpida para chegar. Saímos do carro, andamos pra ver, esperando que a balsa estivesse na próxima curva. Depois de duas horas, finalmente chegou nossa vez de embarcar. Observamos o sol se pondo atrás do continente e, quando chegamos à ilha cerca de meia hora depois, já era noite.

Passamos pelo nosso hotel cegamente seguindo o Waze. Nós subimos estradas escuras, “Será que é aqui?” “Não, não é. Vamos sair logo daqui!” De um lado da rua havia portões, o que me confundiu. “Mas é o oceano lá embaixo! Para onde esses portões levam?” Então nós olhamos para o lado oposto. E completamente deixamos de ver as placas iluminadas do hotel.

Me fez lembrar a nossa lua de mel. Eu não tinha nenhuma ideia de onde estávamos indo (o Vinícius planejou a viagem inteira, e eu só fui descobrindo). Enquanto passávamos por estradas escuras e pousadas decadentes em Recife eu ficava orando para mim mesmo: “Por favor, Deus, não deixe ser esse lugar esquisito no meio do nada” e me preparando para manter o sorriso no rosto mesmo que fosse.

Mas foi igual dois anos atrás em nossa lua de mel. Quando finalmente chegamos ao lugar certo, aconteceu que foi o meu preferido de todos ao redor. Nós ficamos no hotel Barra do Piúva. O hotel é construído na encosta e termina na praia. Uma mesa para o rapaz que pegou nossas malas é o único espaço no nível da rua. Escadas levam até a recepção, quartos, comodidades e, em seguida, em direção a praia. Chegamos ao nosso quarto e ouvimos as ondas quebrando, vimos a lua passando pelas palmeiras e cintilando na água. Finalmente. Chegamos.

Na manhã seguinte, percebemos que a viagem inteira do dia anterior valera a pena. Tinhamos uma vista do oceano, o sol brilhando sobre as ondas, as balsas à distância, praias ao redor da ilha. Nós estávamos prontos para explorar. Mas primeiro, o café da manhã.

E que café da manhã. Aqui os hotéis não tem disso de ter fartura no café da manhã. Sentimos muita a falta disso por que, bom, não sei vocês, mas nós vamos dormir e acordamos pensando no café da manhã. 😆 O Barra do Piúva não deixou a desejar. Tinha várias opções para vegetarianos, inclusive torta de palmito.

Nós realmente aproveitamos o hotel. Havia muito o que fazer, e não estava muito cheio durante a semana, apesar de ser julho. Nós dividimos o nosso tempo entre aproveitar a piscina, hidromassagem, sauna, praia, etc., e indo para outras praias e explorar a ilha. O Barra do Piúva tem caiaques de cortesia disponíveis para os hóspedes, então pegamos uma e demos a volta na Ilha das Cabras. É uma ilha privada, então nós apenas demos a volta imaginando e inventando histórias sobre o(a) dono(a). A água estava limpa e tivemos uma visita de uma tartaruga marinha que veio à superfície para dizer oi.

Sim, tem uma linda árvore que cresce do pátio da piscina para o sacada do restaurante acima
Nosso castelino
O hotel

 

Fomos dar a volta naquela ilha…a Ilha das Cabras

 

 

Bom, já falamos sobre o hotel. Vamos falar sobre a ilha e suas praias a seguir …

 

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